A loucura é minha, a covardia é tua
Não me condenes por apenas amar-te
Volvo a volúpia de em ti estar
Danço
nas nuvens de um amor sombrio
Distinto e exultante em exalar dores e
frio
Devolvo-te todos os beijos indesejados
Rasgo minha alma e retiro tua imagem
Se (de mim) queres o degredo do amor doado
Arrefeço-me e, sutil, entendo seres
covarde
Quero amor e o desejo noite e dia
Minhas entranhas gritam em desejo e
rebeldia
Tu partes sempre com promesas indevidas
Dizes fazer, promete sem ter, é sem saber ser
A incerteza, mão unida à covardia
Não teme a noite escura, nem o dia uivante
Deixo adentrar-me a luz fria e cristalina
Empunho a tocha, ergo a fronte e sigo...
Não busco sem ter a verdade como luz
Não volto de lugar aonde nunca fui
Se tua avareza, mesquinhez é superlativa
O sonho é meu, a loucura é minha e(afora
tudo) é diminuta!
Kátia
Teixeira
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